Mais Médicos em Campinas, Merenda e Transporte Público

Em 2014, o governo federal disponibilizou 66 médicos para Campinas no quarto ciclo do programa Mais Médicos, mas a Secretaria de Saúde pretendia pedir apenas 33 profissionais. Após esta informação, o vereador Pedro Tourinho fez a denúncia na tribuna da Câmara Municipal, que repercutiu na imprensa. Depois do fato, uma reunião foi marcada com integrantes da prefeitura, a informação foi novamente repassada, e por fim, a contratação de 66 profissionais foi confirmada.

A Prefeitura de Campinas voltou atrás e cancelou a homologação da compra de merenda escolar em 2014, após denúncia do mandato. Nesta licitação, ocorreu a desclassificação de seis empresas e o pagamento de até 85,9% a mais no valor do frango vendido no varejo. Em junho, Jonas Donizette nomeou o próprio irmão Tadeu Marcos Ferreira como assessor técnico superior nível VI, com salário de R$ 9,1 mil ao mês. Após denúncia do mandato a repercussão na imprensa, Jonas voltou atrás e publicou, um dia depois, a revogação na nomeação do próprio irmão.

Os vereadores da base governista do prefeito derrubaram a votação do projeto de lei que obrigava a existência de, no mínimo outro empregado, além do motorista, no transporte público da cidade. O projeto era do Vereador Pedro Tourinho e hoje a profissão foi extinta na cidade. O parlamentar também fez um projeto de lei que proibia a cobrança de valor adicional para a aquisição dos bilhetes uma e duas viagens no sistema de transporte público de Campinas. O prefeito definiu que o usuário que não tenha o cartão Bilhete Único tradicional, pague R$ 2 a mais dentro do próprio ônibus para conseguir um descartável. Depois, esse cartão também foi abandonado.

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