Aplicativo mostra atraso em 47% das promessas do prefeito Jonas Donizette

Aplicativo mostra atraso em 47% das promessas do prefeito Jonas Donizette

O vereador Pedro Tourinho (PT) promoveu, na tarde de ontem (25/11), o lançamento do aplicativo que monitora as metas da Prefeitura de Campinas, criado pelo sociólogo e morador de Campinas, Alcino Vilella. O portal, acessado pelo endereço www.promessometro.org, mostrou que a administração municipal cumpriu, até abril deste ano, 54%.

A ferramenta, batizada em “Promessômetro”, permite ao cidadão campineiro avaliar a gestão do prefeito da cidade. O Promessômetro reúne diversos indicadores, entre eles o programa de metas do prefeito Jonas Donizette (PSB). Eles são divididos entre Sustentabilidade, Transparência, Programa Verde e Azul, Efetividade no TCE (Tribunal de Contas do Estado), Qualidade do ar, entre outros.

“Todos os dados são de fontes oficiais, inclusive o site da própria Prefeitura de Campinas. Há também informações com dados do TCE, do governo federal, prestação de contas municipais, etc. É uma forma isenta da população conhecer as promessas e o cumprimento das mesmas do candidato que ele escolheu”, afirmou o sociólogo.

Nesse caso, o aplicativo identificou que desde 2013, ano que marca o início do atual governo. Foram analisadas 171 metas, retiradas do Plano de Metas do Governo Jonas Donizette, e destas, 30 foram entregues (17%). Outras 60 estão em andamento, o que representa 35%, e 81 metas estão atrasadas – cerca de 47%.

“Se a sociedade se apodera desse tipo de sistema, com certeza, os administradores municipais, mais especificamente o prefeito Jonas Donizette, terá que prestar contas com muito mais clareza”, disse Tourinho.

Sessão da Câmara: Jonas Donizette vai cortar hora extra de serviços essenciais de Campinas

Quero colocar, primeiro, que o uso do direito a fala é muito importante, e por isso nunca vou me privar dela. Hoje, falo da decisão da Prefeitura de Campinas de cortar a hora extra dos funcionários da rede municipal.

Hoje, há diversos profissionais fazendo hora extra nas unidades de saúde porque há necessidade. Os serviços no Pronto Atendimento, Pronto Socorro ou Centro de Saúde só são cumpridos por causa deste tempo a mais que os profissionais ficam no trabalho. Não há nenhum gosto por trabalhar muito a mais do horário, mas uma necessidade.

Há vários serviços que hoje dependem destas horas extras, e cortando isto, os serviços não serão supridos de forma efetivas. Há um custo? Sem dúvida. Mas o Ministério Público mostrou e pediu que o número de comissionados está absurdamente alto e que o aparelhamento é claro. Há dinheiro sendo gastos em locais que o MP condena, mas a política pública da prefeitura é cortar hora extra.