Ministério Público investiga fraude na merenda de Campinas

Ministério Público investiga fraude na merenda de Campinas

O MPE (Ministério Público do Estado) está investigando uma possível fraude em relação à merenda escolar que podem passar de R$ 3 milhões. O executivo campineiro foi um dos alvos da operação “Alba Branca”, que ocorreu em conjunto com a Polícia Civil nesta terça-feira em 16 cidades do estado de São Paulo.

A empresa investigada por fraude participou de quatro chamadas públicas na cidade, ganhando duas para fornecimento de suco de laranja, com dois contratos nos períodos de 2012-2013 e 2013-2014. Ao todo a operação teve 24 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão contra a empresa Cooperativa Orgânica Agrícola Familiar de Bebedouro, que seria a líder do esquema.

As outras prefeituras investigadas são de Americana, Sumaré Paraíso, Novaes, Santos, Colômbia, São Bernardo do Campo, Santa Rosa de Viterbo, Bauru, Mogi das Cruzes, Barueri, Araras, Cotia, Mairinque e Caieiras.

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Prefeitura aumenta em 40% subsídio dos ônibus em Campinas

Prefeitura aumenta em 40% subsídio dos ônibus em Campinas

A Prefeitura de Campinas aumentou em 40% o subsídio repassado às empresas do sistema de transporte público da cidade. Publicado no Diário Oficial de quarta-feira (20), o valor passou de R$ 5 milhões para R$ 7 milhões.

Lembrando que no final do ano passado, a Prefeitura de Campinas, mais uma vez, sem o mínimo de transparência, aumentou o valor da tarifa do transporte público. A partir do dia 3 de janeiro, os campineiros deixaram de pagar R$ 3,50 e passaram a desembolsar R$ 3,80 – um reajuste de 8,57%.

SUBSÍDIO
O subsídio das empresas que operam o transporte público da cidade saltou, no meio deste ano, de $ 2,5 milhões para R$ 5 milhões – o segundo aumento apenas no ano de 2015.

Em janeiro, a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) anunciou que a verba mensal seria de R$ 1 milhão às concessionárias do transporte até dezembro, mas em março o valor foi alterado para R$ 2,5 milhões.

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CS Vila Rica voltar a ter problemas de infiltração

CS Vila Rica voltar a ter problemas de infiltração

No dia 05 de novembro, os funcionários do CS (Centro de Saúde) Vila Rica paralisaram os atendimentos por causa de alagamentos na unidade. A farmácia, salas e os prontuários dos pacientes, que ficam na recepção, foram atingidos. Ontem (12/01), novamente, os funcionários tiveram problemas com a falta de manutenção somada com as chuvas.

A farmácia, mais uma vez, foi a grande prejudicada, e diversos medicamentos foram perdidos, já que ficaram sob a enxurrada que vinha do teto. Até o momento, não é possível mensurar o prejuízo causado por mais este descaso da administração Jonas Donizette (PSB).

Vale lembrar que no dia 3 de outubro de 2014, a prefeitura, em seu site oficial, divulgou a reforma do CS Vila Rica com o seguinte texto: “No CS Vila Rica foram realizados reparos hidráulicos e elétricos, pinturas externa e interna, limpeza e substituição de telhas, troca de toldos, manutenção de portas de ferro e substituição de fechaduras e portas de madeira”.

Logo após o ocorrido em novembro passado, o vereador Pedro Tourinho (PT) fez questionamentos à prefeitura que garantiu uma nova reforma. Esta manutenção foi feita em dezembro de 2015, mas, mais uma vez, o resultado não surtiu efeito algum.

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MPT quer solução para falta de cobradores em Campinas

MPT quer solução para falta de cobradores em Campinas

O MPT (Ministério Público do Trabalho) deu um prazo de 45 dias para as empresas que administram o transporte público de Campinas apresentem uma solução definitiva para acabar com a dupla função dos motoristas. Desde que os cobradores foram retirados do sistema de transporte público, os motoristas passaram a fazer o recebimento da passagem.

No começo de 2014, o vereador Pedro Tourinho protocolou um projeto de lei que obriga a ter mais um funcionário além do motorista em cada ônibus urbanos de Campinas. Os vereadores da base do prefeito Jonas Donizette (PSB) derrubaram a urgência para o projeto não ser votado.

A investigação do Ministério Público aponta que a dupla função precariza o trabalho dos motoristas e restringe a segurança tanto dos trabalhadores quanto dos passageiros. O procedimento de investigação do órgão foi aberto em maio de 2015, a partir de denúncias dos próprios motoristas.

OUTROS PROBLEMAS
Os 261 ônibus da linha verde do transporte público de Campinas não circularam na madrugada desta segunda-feira (11). De acordo com o sindicato da categoria, o protesto dos motoristas é por causa do atraso dos salários que deveriam ter sido pagos no 5º dia útil deste mês

A paralisação ocorreu pouco depois da prefeitura aumentar a tarifa do transporte público de R$ 3,50 para R$ 3,80.

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Tarifa de ônibus aumenta pela segunda vez em 2015 e vai a R$ 3,80

Tarifa de ônibus aumenta pela segunda vez em 2015 e vai a R$ 3,80

A Prefeitura de Campinas, mais uma vez, sem o mínimo de transparência, aumentou o valor da tarifa do transporte público. A partir do dia 3 de janeiro, os campineiros deixarão de pagar R$ 3,50 e vão desembolsar R$ 3,80 – um reajuste de 8,57%.

O decreto com a autorização do aumento, foi publicado na edição eletrônica do Diário Oficial do Município desta quarta-feira, dia 30 de dezembro. Quem possui carga no Bilhete Único ficará com o valor da passagem congelado até o final dos créditos.

SUBSÍDIO
O subsídio das empresas que operam o transporte público da cidade saltou, no meio deste ano, de $ 2,5 milhões para R$ 5 milhões – o segundo aumento apenas em 2015.

Em janeiro, a Emdec (Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas) anunciou que a verba mensal seria de R$ 1 milhão às concessionárias do transporte até dezembro, mas em março o valor foi alterado para R$ 2,5 milhões.

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Mário Gatti tem setor interditado por falta de estrutura

Mário Gatti tem setor interditado por falta de estrutura

O Setor de Diagnóstico por Imagem – Endoscopia do Hospital Municipal Doutor Mário Gatti foi interditado pela Vigilância em Saúde de Campinas. O motivo foi a falta de estrutura que permeia as atividades desta unidade de saúde.

De acordo com a publicação desta terça-feira, no Diário Oficial do Município, a ala não possui estrutura físico funcional adequada para o desenvolvimento de todas as atividades do serviço, além de também faltar quadro de recursos humanos, ou seja, falta funcionário em um dos maiores hospitais de Campinas.

“Venho denunciando desde o começo do meu mandato que a administração do prefeito Jonas Donizette (PSB) conseguiu piorar, e muito, o setor da saúde em Campinas. A interdição de uma área no Mário Gatti, que é de extrema importância, só demonstra ainda mais este descaso”, afirmou o vereador Pedro Tourinho.

Segundo a mesma publicação do Diário Oficial, não há uma data para que o serviço seja normalizado.

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Jonas Donizette vai aumentar água pela quinta vez

Jonas Donizette vai aumentar água pela quinta vez

A gestão do prefeito Jonas Donizette (PSB) conseguiu autorização e vai reajustar a tarifa da conta d’água pela quinta vez em seu governo. O índice ainda não foi divulgado, mas a Ares-PCJ (Agência Reguladora dos Serviços de Saneamento das Bacias dos Rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí) já deu sinal verde para a Sanasa aplicar o reajuste, de acordo com reportagem publicada pelo jornal Metro, na edição de hoje (17/12)

Em julho, a prefeitura aumentou 15%. No mês de fevereiro, a empresa de abastecimento já havia aplicado reajuste de 11,98%, ou seja, em aproximadamente seis meses a tarifa na cidade acumulou 26,98% de alta.

QUINTO REAJUSTE E MAIOR TARIFA
Em 2014, houve uma alta de 6,63% em janeiro; em fevereiro, foi criada uma taxa adicional de esgoto. Já este ano, também em fevereiro, passou a ser aplicado mais um reajuste, de 11,98%; em julho, a Sanasa elevou em 15% o preço dos serviços. A próxima vai ocorrer a partir de fevereiro.

Campinas já tem, entre as 42 cidades associadas à Ares, o maior valor por m³ de água (R$ 5,03) para consumo mínimo na categoria residencial – mesmo antes do aumento de 15%.

GASTOS
Em tempos de crise, aumento de tarifa de água e racionamento, a Sanasa aumentou seus gastos com publicidade em 3158,82% na gestão do prefeito Jonas Donizette (PSB).

Na gestão de Jonas, o primeiro gasto foi em 2013, e ficou na casa de R$ 172.154,22. No ano passado, porém, a verba gasta com publicidade foi de R$ 5.610.205,59 – um aumento de 3158,82%.

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Aplicativo mostra atraso em 47% das promessas do prefeito Jonas Donizette

Aplicativo mostra atraso em 47% das promessas do prefeito Jonas Donizette

O vereador Pedro Tourinho (PT) promoveu, na tarde de ontem (25/11), o lançamento do aplicativo que monitora as metas da Prefeitura de Campinas, criado pelo sociólogo e morador de Campinas, Alcino Vilella. O portal, acessado pelo endereço www.promessometro.org, mostrou que a administração municipal cumpriu, até abril deste ano, 54%.

A ferramenta, batizada em “Promessômetro”, permite ao cidadão campineiro avaliar a gestão do prefeito da cidade. O Promessômetro reúne diversos indicadores, entre eles o programa de metas do prefeito Jonas Donizette (PSB). Eles são divididos entre Sustentabilidade, Transparência, Programa Verde e Azul, Efetividade no TCE (Tribunal de Contas do Estado), Qualidade do ar, entre outros.

“Todos os dados são de fontes oficiais, inclusive o site da própria Prefeitura de Campinas. Há também informações com dados do TCE, do governo federal, prestação de contas municipais, etc. É uma forma isenta da população conhecer as promessas e o cumprimento das mesmas do candidato que ele escolheu”, afirmou o sociólogo.

Nesse caso, o aplicativo identificou que desde 2013, ano que marca o início do atual governo. Foram analisadas 171 metas, retiradas do Plano de Metas do Governo Jonas Donizette, e destas, 30 foram entregues (17%). Outras 60 estão em andamento, o que representa 35%, e 81 metas estão atrasadas – cerca de 47%.

“Se a sociedade se apodera desse tipo de sistema, com certeza, os administradores municipais, mais especificamente o prefeito Jonas Donizette, terá que prestar contas com muito mais clareza”, disse Tourinho.

Sessão da Câmara: Jonas Donizette vai cortar hora extra de serviços essenciais de Campinas

Quero colocar, primeiro, que o uso do direito a fala é muito importante, e por isso nunca vou me privar dela. Hoje, falo da decisão da Prefeitura de Campinas de cortar a hora extra dos funcionários da rede municipal.

Hoje, há diversos profissionais fazendo hora extra nas unidades de saúde porque há necessidade. Os serviços no Pronto Atendimento, Pronto Socorro ou Centro de Saúde só são cumpridos por causa deste tempo a mais que os profissionais ficam no trabalho. Não há nenhum gosto por trabalhar muito a mais do horário, mas uma necessidade.

Há vários serviços que hoje dependem destas horas extras, e cortando isto, os serviços não serão supridos de forma efetivas. Há um custo? Sem dúvida. Mas o Ministério Público mostrou e pediu que o número de comissionados está absurdamente alto e que o aparelhamento é claro. Há dinheiro sendo gastos em locais que o MP condena, mas a política pública da prefeitura é cortar hora extra.